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Presidenciáveis apresentam propostas na Capital


Por Anderson de Jesus

Data: 13/06/2018

Alguns dos principais nomes do processo eleitoral deste ano na disputa pela Presidência da República cumpriram roteiro nesta quarta-feira em Florianópolis. Vieram a capital do Estado para apresentar aos prefeitos no Congresso da Fecam suas propostas para Governar o Brasil. Passaram pelo Centro Sul, Henrique Meireles (MDB), João Amoedo (novo), Aldo Rebelo (Solidariedade), Ciro Gomes (PDT), Flávio Rocha (PRB), Geraldo Alckmin (PSDB), João Goulart Filho (PPL) e o ex-prefeito de Osasco Emidio de Souza. Integrante da executiva nacional e um dos fundadores do PT, ele veio apresentar as propostas de Luiz Inácio Lula da Silva. Trouxe uma carta do petista que não veio por questões óbvias. As grandes ausências foram Jair Bolsonaro e Marina Silva, que optaram por não vir ao evento.

Foi um evento de alto nível, uma oportunidade para os prefeitos ouvirem e cobrarem mudanças na divisão do bolo da receita a partir do próximo ano. “Porque é nas cidades que as coisas acontecem e é nas cidades onde fica a menor parte da receita”, ressaltou o prefeito de Itajaí e presidente da Fecam, Volnei Morastoni (MDB).

Alckmin

Primeiro a chegar no Centrosul, o tucano Geraldo Alckmin falou da necessidade de mudar os rumos do Brasil. Garantiu que tem pelo menos cinco partidos dos quais terá apoio, mas preferiu não nomear. “Porque isso precisa ser feito pelos próprios partidos e não por mim”. Sobre a eleição em Santa Catarina, garantiu que não irá se manifestar sobre as coligações. “Desejo que essa decisão seja tomada pelos tucanos de Santa Catarina com total liberdade”, pontuou. Ele também falou sobre as apostas de que um candidato moderado deve ganhar corpo no processo eleitoral. “Porque extremismo não faz bem a ninguém. Não é na bala que você vai resolver os problemas da saúde, que você vai melhorar escola e hospital. O diálogo é o melhor caminho”.

João Amoedo

Candidato do Novo, ele defendeu seu partido, suas ideias e o processo de enxugamento da máquina pública. “Governo não tem que entregar correspondência, não tem que cuidar de abastecimento. O Novo acredita na renovação, não fará coligações por tempo de televisão, vamos fazer uma campanha sem recurso público. Temos uma proposta de fato nova, incentivando a livre iniciativa”

João Goulart Filho

Filho de João Goulart o representante do partido da Pátria Livre se apresenta com propostas pautadas no legado de Vargas e João Goulart. “Temos lastro, a defesa do Trabalho, dos mais necessitados. Sabemos que é uma tarefa difícil, porque a regra eleitoral é democraticamente injusta. É como se o time favorito, mais forte começasse o campeonato com 40 pontos de vantagem. Estamos ai para enfrentar e mudar isso”.

Flavio Rocha

CEO da Riachuello, candidato Flávio Rocha (PRB) destacou os potenciais de Santa Catarina. Se comprometeu o colocar o Brasil novamente nos trilhos do Progresso. “Temos que reverter o processo de crise. Quero usar os ensinamentos do Varejo. É preciso ter uma cabeça pequena e um corpo robusto. Hoje temos uma cabeça enorme, de um governo inchado e um corpo que está morrendo.”

Ciro Gomes

Nome do PDT a presidência da República ele reafirmou que não há como sair da crise sem a geração de empregos e a retomada do crescimento. Reafirmou que vai para a campanha com o legado de sua história política e não poupou as críticas a Jair Bolsonaro. “Para nossa sorte ele é extremista, despreparado e que tem um índice hoje que é resultado da insatisfação da política na população. Uma insatisfação que tem sim justificativa. Neste momento, sem conhece-lo a população vê na sua retórica soluções toscas para problemas reais. Ele foge de encontros como este porque não tem o que apresentar. Mas essa imagem será mudada. Ele é político profissional, que está há 26 anos se servindo da política. É político que apoiou todos que estão presos no Rio de Janeiro e em momento algum se manifestou contra eles. Esse é Bolsonaro”

Henrique Meireles

Nome do MDB ele não tem peso popular, está atrelado a péssima imagem de Temer, mas garante que isso será mudado. “Basta mostrarmos tudo que fizemos para mudar o Brasil. As pessoas ainda não estão sentindo, mas o Brasil está melhorando. O Brasil está sim saindo do seu péssimo momento econômico. Enfrentamos a maior crise da história e temos uma história de sucesso. Vamos apresentar isso, mostrar isso aos Brasileiros”, argumentou Meirelles que também falou novamente sobre a reforma da previdência. “O Brasileiro precisa ser bem informado, quando estiver bem informado terá uma outra opinião”

Aldo Rebello

Ex-ministro dos Governos Lula e Dilma o agora filiado do Solidariedade destacou a necessidade de se fugir dos extremismos. “Hoje vivemos uma intolerância enorme, nas mídias sociais e nas ruas. O primeiro passo para que a eleição transcorra bem é o respeito. Seja qual for a posição de qualquer candidato é preciso que se respeite. Se não houver respeito vamos destoar a eleição e levar ela para qualquer lado e não vamos debater o que de fato precisa ser debatido”.

PT

O PT também teve seu espaço assegurado no evento. Como o pré-candidato está preso coube a um dos fundadores do partido, ex-prefeito de Osasco Emidio de Souza, ler uma mensagem de Lula. Na carta as propostas do PT e do Petistas para a campanha. “Lula é candidato ele não está com os direitos políticos suspensos, não está no Ficha Limpa e vai ser o novo presidente”, assegurou





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