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AMA de Criciúma precisa trocar de sede e esbarra na burocrácia


Por Michelle Veiga
10/10/2017 23:28:39


Com 95 alunos em atividades e quase 50 na fila de espera, a batalha para continuar o atendimento na Associação de Amigos do Autista (AMA), de Criciúma, continua. Desta vez a dificuldade para continuar as atividades passa pela conquista de um fiador. A instituição deve seguir o acordo com o Ministério Público e mudar de endereço até o final de novembro, para que os trabalhos possam continuar. A diretora pedagógica Josane Clezar, falou dentro do Difusora Notícias, desta terça-feira (10) informou que já tem o contato com um novo espaço, mas esbarram na burocracia de se ter um fiador com ganhos três vezes maior que o valor do aluguel para realizar a mudança.

“O local que queremos mudar é a escola particular Bem-Me-Quer, no Pinheirinho. Lá o espaço é adequado e temos uma série de opções para atividades diversas e também de ampliar o quadro de alunos. Mas hoje o valor do aluguel é de R$5mil e o fiador tem que ter uma renda mínima de R$15mil, isso está dificultando muito”, disse.

Além das questões envolvendo o Ministério Público, a AMA está sem a inscrição junto ao CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente), devido a falta de adequação do espaço. “Sem esse documento também temos dificuldades de estabelecer novos convênios” disse.

De acordo com Jo, como carinhosamente é chamada, a falta de ajuda financeira das prefeituras da região também atrapalha o andamento da instituição. “Hoje temos apenas o apoio mensal de Criciúma e estamos encaminhando um acordo com o Balneário Arroio do Silva. Mas existem municípios aqui com 10 alunos que não nos oferecem nenhum tipo de auxílio” completou.  

No próximo dia 28 de outubro será realizado um pedágio nas cidades de Criciúma e Içara a fim de levantar fundos para continuar as ações da instituição.







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